Depois de quase quinze anos trilhando sua carreira entre Tóquio, Nova York e Los Angeles, a cantora brasileira Reah está de volta ao seu país para escrever sua história pelas bandas de cá. Em julho ela lança seu quinto disco, “Reah“, com pegada essencialmente pop e tempero tropical.

“Vejo este trabalho como a minha verdadeira estreia em território brasileiro, justamente numa fase da minha carreira em que me sinto madura e certa dos caminhos da minha música” afirma a cantora que tem na bagagem duas turnês internacionais e influências rock.

Ela revela que se cercou de profissionais que admira para ter o resultado alcançado desde a produção musical assinada pela equipe da Head Media / Seakret até a bela capa feita pelo designer Diego Miguel com fotos de Camila Cornelsen. É Camila também quem dirige o clipe de “Tubaína”, primeira música de trabalho do álbum com direito a stylist de Ana Boogie .

Reah foi para o Japão aos 21 anos. Mas, logo deixou de lado o curso de cultura e história japonesa para dar mais atenção à música. Ao se apresentar na noite de Tokyo, ganhou uns trocados e um convite de uma gravadora independente. “Você tem músicas próprias?”, perguntaram. Reah – como os americanos a chamavam por não conseguirem falar Renata corretamente – teve que escolher algumas músicas entre as 80 já compostas. Mostrou-as ao violão para os produtores e foi contratada.

Seu primeiro disco, Certain Relativity, traz canções escritas durante sua adolescência. O talento na composição, o conhecimento musical e a voz potente fez do disco um sucesso no sul do Japão. Chegou a fazer três shows por dia, com direito a perseguição dos fãs na rua. E quando se viu na posição de cantora, chorou de emoção. Era hora de encarar: a música a sequestrara para sempre.

Inquieta, foi parar em Nova York em 2006. Chegou até a tocar bateria na banda punk Tied for Last – e, de quebra, se apresentou no berço do punk, o hoje extinto CBGB. Da Big Apple, foi buscar um novo horizonte musical nas boulevards de Los Angeles, onde conheceu os produtores Paul Foxx (Bjork, Wallflowers) e David Cobb (Rock N’ Roll Soldiers, Chris Cornell), que trabalharam no segundo disco, o EP My Way Back Home. Com o disco nas costas, tocou no Whiskey a Go-Go, lendária casa onde The Doors se apresentou no início de carreira, e em Nova York, em uma mini turnê.

No meio dessas viagens, compôs o terceiro disco, Psychedelic Cinema. Pela primeira vez na produção, ela fez um disco analógico, cheio de riffs e clima setentista. O álbum virou figurinha fácil no iTunes e em podcasts de músicas alternativas na internet, como o do blog CDBaby.

Reah já chegou a gravar um outro disco – “Cenários” – cantando em português que ela considera como um labarotório para o momento atual.

REAH (2018)

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1. TUBAÍNA 2. AINDA 3. ME CHAMA 4. FICO LOUCA 5. MOMENTOS 6. FOTOGRAFIA 7. JÁ ERA 8. NO MESMO LUGAR 9. NÃO TENHO DÓ 10. SEM PENSAR EM NADA

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  • Reah faz a conexão Japão-Brasil e lança clipe da música “Fotografia” com Lellê, retratando amor e liberdade

    Reah nasceu em Maringá (PR) e já possui uma carreira musical de quase 15 anos, nos quais se dividiu entre as cidades de Nova York, Tóquio e Los Angeles. Agora, a cantora retorna ao Brasil em um novo ciclo, tanto nos aspectos pessoais, quanto nos profissionais, lançando o álbum “Reah” com 12 faixas que já tocaram em 55 países. Nesse disco, a cantora aparece mais provocante e romântica e traz um novo estilo para sua carreira musical, que já é consolidada internacionalmente, e que, agora, busca novos rumos em seu país de origem.

    Em entrevista ao site Heloisa Tolipan, a cantora falou sobre seu amor pelo Brasil e o Japão, mas afirma que as raízes ainda são bem atreladas ao Oriente. Quando perguntamos sobre esse relacionamento com o Japão, a cantora explica que ela nasceu em Maringá, um município do estado do Paraná, localizado no Sul do Brasil que possui a maior população japonesa fora do país de origem. “Convivi muito com a cultura Oriental durante muito tempo e assim minha família acabou se mudando para lá. Meu namorado é asiático, eu cozinho comida asiática, o Japão é uma parte de mim”.

    Ela comenta que as diferenças entre o Brasil e Japão são enormes e que o principal diferencial é o modo mais introspectivo que predomina na personalidade do Oriental. E que até criou uma frase quando a indagam sobre o Japão: “ Aqui, no Japão, descobri que minha vida é minha”. Além disso, ea cantora frisa também, que, para os japoneses, tudo tem o significado baseado ao máximo respeito ao próximo.

    Ainda falando sobre respeito, conversamos sobre o lançamento do seu clipe, batizado  “Fotografia”, gravado no Rio de Janeiro. Ela conta que o vídeo traz a participação da atriz e cantora Lellê (Lelezinha) e retrata a relação de amor e liberdade entre duas mulheres. As duas contracenam juntas. O clipe foi idealizado com base em uma busca por fotógrafos na cidade de Los Angeles. Reah relembra que estava procurando alguém para ajudá-la a compor a capa do seu álbum e que, de tanto observar fotografias, acabou se apaixonando pela estética das fotos: “Eu comecei a ficar vidrada em ver imagens e aí decidi passar para uma música essa emoção que estava aflorando em mim”. A cantora conta que a história retratada no clipe se dá a partir de um amor platônico que estimula a imaginação do público sobre vida real e imagens imortalizadas em fotos.

    Passando pelo tema da sexualidade, Reah conta que já teve relacionamentos com outras mulheres e diz que o entendimento do mundo feminino é pautado pelo respeito. Além disso, quando falamos sobre o Japão, ela comenta que, segundo sua percepção, os japoneses não julgam muito as escolhas que as demais pessoas fazem, até pela maneira mais reservada que se comportam em sociedade.

    Sobre a estrada profissional no Brasil, a cantora explica que está interagindo muito com as pessoas pelas redes sociais e conta que já está preparando surpresas para o público. Ainda, revela que virão parcerias com grandes nomes da música que ela admira, fazendo com que seu som seja levado para muitas pessoas, em estado de conexão e sinergia através do sentimento.

    Passando pelo tema da sexualidade, Reah conta que já teve relacionamentos com outras mulheres e diz que o entendimento do mundo feminino é pautado pelo respeito. Além disso, quando falamos sobre o Japão, ela comenta que, segundo sua percepção, os japoneses não julgam muito as escolhas que as demais pessoas fazem, até pela maneira mais reservada que se comportam em sociedade.

    Sobre a estrada profissional no Brasil, a cantora explica que está interagindo muito com as pessoas pelas redes sociais e conta que já está preparando surpresas para o público. Ainda, revela que virão parcerias com grandes nomes da música que ela admira, fazendo com que seu som seja levado para muitas pessoas, em estado de conexão e sinergia através do sentimento.

    Antes do lançamento de “Fotografia”, Reah estreou a música “Tubaína”, que foi visualizada no YouTube por mais de 1 milhão de pessoas e que faz parte do seu quinto trabalho como cantora. Vamos a um flashback: a artista deu o pontapé inicial com o álbum “Certain Relativity”, com canções próprias e que foram escritas durante a adolescência. Esse disco virou sucesso no Sul do Japão, fazendo com que a cantora atingisse a marca de três shows por dia. Logo em seguida,  compôs o EP “My Way Back Home”, que foi fruto de sua passagem por Nova York e Los Angeles. Sua terceira produção foi o disco “Psychedelic Cinema”, que contava com um estilo mais vibrante acompanhado de solos de guitarra, reverbs, experimentação, e tudo isso enriquecido por um clima psicodélico. Seu quarto trabalho foi lançado no ano de 2011, denominado “Cenários”, produzido em português, diferentemente dos outros, que tinha como objetivo criar uma produção no idioma da cantora. Que venham muitas surpresas pela frente!

    Via Heloisa Tolipan

  • Reah volta às origens brasileiras no clipe de “Tubaína”.

    Depois de quase quinze anos e quatro discos que ajudaram a construir uma carreira entre Tóquio, Nova York e Los Angeles, a cantora brasileira Reah está de volta às origens.

    “Tubaína”, primeiro single do seu autointitulado disco, é uma mistura do tempero tropical do Brasil com pitadas de tecnobrega e pop latino.

    A cantora foi para o Japão aos 21 anos. Em seguida, recebeu um convite de uma gravadora independente. Seu primeiro disco, Certain Relativity, traz canções escritas durante sua adolescência. Lá, chegou a fazer três shows por dia, com direito a perseguição dos fãs na rua.

    Depois disso foi para Nova York e chegou a tocar bateria na banda punk Tied for Last. Já em Los Angeles, lançou o EP My Way Back Home. No meio dessas viagens, compôs o terceiro disco, Psychedelic Cinema. Pela primeira vez na produção, ela fez um registro analógico, cheio de riffs e clima setentista.

    No entanto, Reah afirma que essa é a sua verdadeira estreia em território nacional. Anteriormente ela já havia lançado um trabalho chamado Cenários. Cantado em português, a artista o considera como um laboratório para o momento atual.

    Via Tenho Mais Discos que Amigos!